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Política no Estado de Goiás
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Política no Estado de Goiás

PMDB cogita Iris para 2014

“Disputar uma eleição é fácil, porém o difícil é a consequência de oposição formada por uma quadrilha que assalta o Estado de Goiás”, proferiu Iris Rezende referindo ao atual governo estadual liderado pelo PSDB. Durante o discurso dos membros da mesa, demasiados políticos aclamaram o nome do ex-prefeito, marca registrada do PMDB, para reocupar o cargo de governador do Estado nas próximas eleições de 2014, porém ao discursar, Iris Rezende se esquivou da afirmação e deixou para os colegas pemedebistas a responsabilidade de intitulá-lo para a disputa eleitoral.

Após as apresentações da mesa, o ex-prefeito Iris Rezende iniciou a palestra cujo tema referiu a administração pública e as experiências do político como prefeito de Goiânia. A princípio, Iris Rezende explanou a admiração pelo ex-ministro dos Transportes, Eliseu Padilha e prestou homenagem, por meio de palavras, a Adib Elias ao relatar a luta que o político enfrentou na eleição em Catalão.

Iris mencionou que a situação de Adib Elias se compara à sua em 2010, quando foi derrotado nas eleições estaduais. De acordo com o ex-prefeito, em 2010 ele foi abatido por uma quadrilha que tenta afundar o PMDB, se referindo ao atual governo do Estado liderado pelo PSDB. Em relação à saúde, Iris Rezende salientou que se submete a fisioterapia na perna direita por três horas diariamente, porém devido à importância do evento, não poderia deixar de comparecer e compartilhar a experiência que fez seu nome no PMDB e na administração da Capital. “Ninguém mais do eu sabe o que é uma disputa eleitoral.”, afirmou Iris relembrando que já foi eleito, derrotado e cassado durante a ditadura.

Reportando a carreira política, Iris Rezende fomentou que a eleição de 2004 foi o melhor presente que Goiânia lhe ofereceu. “Fui amado e estimado pelo povo.” Apesar das referências na política, o ex-prefeito afirmou que o Brasil é o País mais injusto na divisão dos embargos entre os municípios, Estados e a União. “Para os municípios sobram 6% enquanto 70% fica para o governo federal”, pontuou. Iris Rezende comentou que durante o período que esteve na administração da Capital criou um leque maior de secretarias e salientou que a oposição prega sua imagem como um político centralizador. “Sou centralizado mesmo, por isso fiz o que fiz por Goiânia”, afirmou.

 

Mesa

Com atraso de quase uma hora e meia, a mesa foi composta pelo prefeito reeleito de Goiânia, Paulo Garcia (PT); prefeito reeleito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB); ex-ministro dos Transportes, deputado federal Eliseu Padilha; representando os vice-prefeitos Agenor Mariano; presidente da Fundação Ulysses Guimarães Goiás, Wolney Wagner Siqueira; deputado estadual Wagner Siqueira; ex-deputado Wagner Guimarães; prefeito de Quirinópolis Gilmar Alves; deputado federal Sandro Mabel; deputado federal Leandro Vilela; deputada federal Iris Araújo; deputado federal Pedro Chaves; deputado estadual Bruno Peixoto; deputado estadual Daniel Vilela; deputado estadual Paulo César Martins; prefeito de Rubiataba, Jakes Rodrigues; vereadores eleitos em Goiânia Paulo Borges, Denício Trindade, Misair Lemes Júnior, Célia Valadão, Clécio Alves e suplente a vereador Pablo Rezende.

Ex-ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, discursou sobre a própria Fundação Ulysses Guimarães desmembrando a pauta para orientações aos prefeitos eleitos, responsabilidade administrativa, gestão pública responsável. Em primeiro aspecto, Eliseu Padilha salientou que Goiás registra o melhor desempenho da Fundação, depois apresentou o curso para gestores públicos municipais sob a promoção da própria Fundação. “Precisamos formar novas lideranças para diagnosticar os anseios da população e programas nossas ações”, complementou.

Durante a fala da mesa, alguns políticos se referiram ao ex-prefeito como o líder maior, demonstrando respeito e admiração do político perante as diretrizes do PMDB. Para abrir o evento foi executado o Hino Nacional e posteriormente, o presidente da Fundação, Wolney Wagner Siqueira, iniciou os cumprimentos à mesa e aos políticos presentes. Conforme proferiu o presidente, em breves palavras, a Fundação teve a honra de colaborar com as palestras e mencionou o conteúdo a ser palestrados pelos demais membros do seminário. Na sequência a palavra foi passada ao deputado estadual Wagner Siqueira que mencionou sobre a quantidade de partidos existentes e defendeu o PMDB como o maior partido do Brasil.

“Em 16 anos de governo, o Estado tem sido delineado pelo PMDB”, pontua. Wagner Siqueira salientou que os membros do partido não têm dúvidas de que o próximo governador de Goiás está nas dependências do PMDB. “Somos a chave para conduzir Goiás. Começamos este seminário como uma condução de desenvolvimento do Estado”, conclui.

Paulo Garcia (PT), prefeito reeleito em Goiânia, proferiu o discurso parabenizando a atuação do prefeito Maguito Vilela em Aparecida de Goiânia, além de agradecer o PMDB pela aliança que compuseram para o processo eleitoral deste ano. Segundo o prefeito o PMDB foi fundamental para que fosse reeleito na Capital e afirma que essa aliança ainda será sólida e duradoura que luta pelo bem comum. “Somos irmãos siameses na construção de políticas públicas”, explana com convicção ao confirmar que os votos que receberam nas eleições municipais expressam o desejo da sociedade.

“Nossa função é trabalhar. Nós precisamos realizar belíssimas administrações e o PMDB é sem sombra de dúvidas uma das nossas maiores lideranças e nós não podemos abrir mão. Falo isso mesmo sendo filiado a outro partido”, pontua. Paulo Garcia salienta que o PMDB consiste em um partido progressista e declarou que se não fosse filiado ao PT, com certeza se filiaria ao PMDB. “Se hoje sou prefeito reeleito em Goiânia, ex-deputado Wagner Guimarães, eu devo ao ex-prefeito Iris Rezende, a quem tenho a honra de suceder”, complementa. O prefeito ainda frisou que todo partido tem inveja do PMDB por não possuir em seu quadro político uma liderança expressiva como Iris Rezende que veio das raízes da Capital.

O prefeito reeleito em Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, defendeu o partido independente do êxito nas urnas e se colocou à disposição dos demais políticos pemedebistas para troca de idéias e experiências referentes à administração pública. Maguito fez questão de pontuar que é necessário que os políticos eleitos façam uma margem para atender as expectativas da população, pois ressaltou a importância de ter a consciência de como governar e executar uma administração positiva. “Não somos um partido que se entrega para os desvios políticos”, salientou.

Wagner Guimarães, ex-deputado, ressaltou a importância do evento no sentido de que o partido conquiste o espaço de maior e melhor liderança partidária no País, assim como deseja que o início do mandato para os políticos eleitos conduza a esperança depositada pelo eleitor para um desempenho com êxito em prol dos municípios.

Convocado para discursar representando os vereadores de Goiânia, Misair Lemes Júnior apenas agradeceu a responsabilidade conferida e passou a palavra ao deputado federal Pedro Chaves que ressaltou as disputas do partido pelo Estado e as vitórias conquistadas por meio da luta e garra dos políticos do PMDB. “Esse seminário auxiliará os eleitos nas próximas gestões administrativas com competência”, completou.

Deputado federal Sandro Mabel, frisou o acolhimento familiar do PMDB e prezou pela boa convivência, mesmo ao relatar que se desviou do partido, mas salientou que o bom filho sempre à casa retorna. O deputado foi breve e reforçou a questão dos gastos públicos de forma consciente, além de aconselhar os eleitos a procurem recursos no governo federal.

Deputado federal Leandro Vilela, acrescentou que o momento reflete uma importância para mostrar que há um conceito de família no partido e, também se colocou à disposição dos eleitos. “Precisamos nos ajudar mutuamente, pois tudo isso é um pontapé inicial para que daqui há dois anos estejamos fortalecidos”, afirmou.

“Nós, prefeito e vereadores estamos contanto com os deputados federais em Brasília”, desta forma o prefeito de Rubiataba, Jakes Rodrigues, iniciou o breve discurso em que incentivou a busca por recursos para a administração dos municípios. Em seguida o prefeito se referiu à figura de Iris Rezende como um ícone da administração pública e possível governador do Estado em 2014.

Agenor Mariano, vice-prefeito, representou todos os vice-prefeitos eleitos pelo partido, reportando a satisfação de ter o PMDB firme em suas ações sem se vender à corrupção do sistema em tempos de infidelidade partidária. Mediante a solenidade, Agenor Mariano saudou Iris Rezende e afirmou que o ex-prefeito é capaz de governar o Estado de Goiás nas próximas eleições estaduais.

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado estadual Bruno Peixoto proferiu com convicção e veemência que Iris Rezende será o próximo governador do Estado, salientando que o partido não permitirá que o atual governo corrompa o patrimônio do Estado com a venda das áreas públicas. “Temos que a cada dia crescer e promover ações que proteja o nosso patrimônio e agregar mais alianças”, completou. Maguito Vilela e Paulo Garcia permaneceram no evento apenas para as exposições da mesa e tiveram que se retirar devido a compromissos de agenda.

 

Seminário

O  I Seminário de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores eleitos pelo PMDB foi realizado pela Fundação Ulysses Guimarães Goiás no Estado de Goiás.

Fonte: DM

Last Updated (Thursday, 08 November 2012 06:42)

 

Prefeito de Palmas corre risco de ser expulso do PT

Diante do vídeo que mostra o prefeito de Palmas (TO), o petista Raul Filho, negociando com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a cúpula do PT vai insistir que o prefeito nunca foi um quadro histórico do partido. A estratégia é tentar isolá-lo, deixando claro que seu envolvimento com o contraventor não faz o PT sangrar.

A tendência é que Raul Filho seja expulso da legenda depois da abertura de processo na Comissão de Ética do partido. Parte da direção do PT defende que esse processo seja concluído somente depois das eleições municipais de outubro.

Flagrado em conversa com Cachoeira em 2004, Raul Filho depõe nesta terça-feira na CPI para explicar suas relações com o grupo. No depoimento, os petistas não pretendem blindar seu correligionário. Pelo contrário: a tática será frisar que Raul Filho é uma figura de menor importância dentro do partido. A ideia é não dar "munição" para a oposição atacar os petistas, que querem deixar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), permanentemente na berlinda sob a acusação de envolvimento com o esquema de Cachoeira.

No processo de "desconstrução da imagem" do prefeito de Palmas, integrantes da direção nacional do PT fazem questão de lembrar que Raul Filho já passou por legendas como a Arena, o PFL, o PSDB e o PPS, antes de desembarcar no partido, em 2003, com as bênçãos do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2004, Raul foi eleito prefeito de Palmas pela primeira vez.

Petistas rememoram ainda que, em abril do ano passado, Raul Filho e sua mulher, a deputada estadual Solange Duailibe, chegaram a ser expulsos do PT pelo Diretório Estadual do Tocantins, sob alegação de infidelidade partidária: ambos apoiaram a candidatura de João Ribeiro, do PR, ao Senado, contra o petista Paulo Mourão. Mas em junho, a direção nacional suspendeu a decisão, anulando a expulsão.

No depoimento previsto para hoje, o PT não armou nenhum esquema para defender Raul Filho. A avaliação de parte dos petistas é que o prefeito "tem culpa no cartório". "Vamos ouvir o que ele tem a falar", disse o líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP). "Ele tem que dar explicações. Mas todos os indicativos são de que ele não está envolvido com a organização criminosa", afirmou o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

O prefeito de Palmas será o último a depor na CPI do Cachoeira, antes do recesso parlamentar, que começa na semana que vem. Das seis convocações aprovadas em reunião administrativa da CPI, na semana passada, Raul Filho foi o único a ter seu depoimento agendado.

A cúpula da comissão deixou para agosto os depoimentos mais polêmicos: Fernando Cavendish, dono da Delta; Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit); e Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ligado ao PSDB e ex-diretor da Dersa, empresa responsável pela manutenção das estradas paulistas.

Flagrante

Em vídeo exibido há uma semana pelo Fantástico, da Rede Globo, Raul Filho expõe possíveis oportunidades que poderiam ser exploradas por Cachoeira nos serviços públicos de Palmas em troca de dinheiro para sua campanha política.

O vídeo foi encontrado pela Polícia Federal na casa de Adriano Aprígio, ex-cunhado de Cachoeira, durante a Operação Monte Carlo. Aprígio foi preso na semana passada. A gravação, de quase uma hora de conversa, mostra Cachoeira oferecendo recursos para a campanha de Raul Filho, então candidato à Prefeitura de Palmas, em 2004. Em troca, o petista sinaliza que Cachoeira teria espaço em seu governo, com a assinatura de contratos em diversos setores da economia da cidade. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Last Updated (Tuesday, 10 July 2012 09:49)

 

Candidatos a Prefeito e seus Vices

A Câmara tem oportunidade única de renovar seus VereadoresAo final das convenções ficou definido tres candidatos a Prefeito na Cidade de Goiás. São eles:

 

Gustavo (PSDB) e Tiza da Colônia (PP) como vice

Selma (PT) e Rogério Dentista (PSD) como vice

Zé Carlos Curado (PMDB) e Dr. Alexandre (PMDB) como vice

Last Updated (Saturday, 07 July 2012 12:58)

 

Prefeita de Britânia e ex-Prefeito de Faina estão inelegíveis.

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Uma lista do Tribunal de Contas da União (TCU) enviada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dia 18, contém os nomes de 239 prefeitos e ex-prefeitos que tiveram contas julgadas irregulares pelo tribunal desde 7 de outubro de 2004. Entre eles está Cleuza Assunção (PMDB) atual Prefeita de Britânia e Dr. Fernanco Curado ex-Prefeito de Faina. Além desses nomes outras figuras expressivas fazem parte da lista, entre eles o ex-Prefeito de Goiânia Nion Albernaz; de Trindade, George Morais Ferreira; e os ex-Prefeitos de Anápolis Ernani José de Paula e Pedro Fernando Sahium.

As candidaturas dos 239 fica inviabilizada. O Ministério Público orienta os partidos para que não permitam as candidaturas, já que podem ter dificuldades nos seus registros. Ainda pode haver recursos, porém o resultado favorável é improvável.

 

Last Updated (Thursday, 21 June 2012 08:51)

 

Vanderlan deixa PMDB e mira 2014

FLÁVIA GUERRA
Em 21/06/2012, 01:45

Oex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso pediu sua desfiliação do PMDB, em carta entregue ontem de manhã no diretório metropolitano do partido, naquela cidade. Segundo aliados, Vanderlan saiu contrariado com integrantes da cúpula peemedebista, principalmente com Iris Rezende. Um dos motivos seria o fato de Vanderlan não ter assumido a presidência do diretório regional, compromisso que teria sido feito à época da filiação. O empresário, no entanto, evitou falar em acordos quebrados dentro do partido, em entrevista coletiva concedida na tarde de ontem.

Filiado ao PMDB desde o dia 16 de junho de 2011, Vanderlan informou que a principal razão para o desligamento seria a impossibilidade de conciliar as normas apresentadas pelo partido para as eleições 2012 e o apoio a nomes que o apoiaram nas eleições para o governo do Estado, em 2010. De acordo com essas normas, candidatos do PMDB não podem compor chapa encabeçada por PSDB e PSD. Isso, segundo Vanderlan, estaria causando mal-estar e constrangimento diante de alguns nomes que prestaram incondicional apoio à sua candidatura ao governo, quando ainda pertencia aos quadros do PR.

Para o empresário, o momento é de reflexão, tanto que ele deve esperar até 2013 para decidir a qual sigla se filiar. “Não parei para pensar em partido agora, não é hora pra isso”, frisou. Com mais de 500 mil votos obtidos nas últimas eleições, Vanderlan deve optar por um partido menor, visando a formação de sua base política. Nos bastidores, ele tem conversado com PSC e PDT, mas, a julgar pelo número de prefeitos presentes na coletiva de ontem, outras legendas devem entrar na briga para ter o empresário em seus quadros. PSB, PTB e PP também foram citados por Vanderlan.

Ele disse que comunicou a decisão ao ex-prefeito na terça-feira. Segundo Vanderlan, Iris teria lamentado e questionado sobre a possibilidade de rever a decisão. “Agradeci a ele pelo convite e pelo espaço que me deu dentro do partido”, afirmou Vanderlan, reiterando sua disposição de disputar o governo em 2014, em oposição ao atual governo. Para ele, as chances de se eleger estão mais ligadas ao projeto do que ao tamanho do partido ao qual venha a pertencer. “Quando a população abraça um projeto, inevitavelmente, os partidos médios e grandes também vêm (agregar expressividade)”, acredita. Enquanto esteve no PMDB, Vanderlan chegou a percorrer mais de 140 municípios do interior do Estado, reforçando o projeto de lançar candidatura em 2014. Para o empresário, essa é uma prova de que a legenda também tinha interesse em sua candidatura. Nos bastidores, porém, o projeto estaria ameaçado por uma disposição de Iris Rezende em retornar à disputa.

 

Fonte: ohoje

Last Updated (Thursday, 21 June 2012 08:16)

 
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